Autor: J.A.Redmerski
Editora: Suma das Letras
Páginas: 359
Avaliação: 




Intenso e marcante!
Camryn Bennet com apenas 20 anos foi marcada com amargura e desistiu de amar e passou a ter desgosto em tudo na vida.
Ian, seu namorado em que considerava ser sua alma gêmea morreu em um acidente de carro e quando ela tentou abrir seu coração para um novo amor foi traída. Tudo em sua vida foi a deixando mais fragilizada, pois seu pai abandona a família, o irmão envolve-se em problemas e é levado preso, e quando tenta contar para a melhor amiga (Nat) que o namorado dela (Damon) revela uma paixão oculta, Nat não acredita e o plano de elas morarem juntas é adiado.
Com tudo desabando ao seu redor, Camryn é impulsionada a viver algo que sempre sonhou junto com Ian, sair sem rumo apenas com uma mochila viajando pelo mundo, o que ela não contava era em conhecer o irresistível Andrew Parrish, que por sua vez também está a enfrentar uma terrível situação, ter de ir para Wyoming visitar o pai que está morrendo de câncer.
E em um momento onde ambos buscavam refletir na vida, o inesperado surge, a razão não consegue mais mandar no coração dos dois e através de uma forte conexão e diria que química perfeita, lentamente vão se conhecendo e deixando cair as barreiras do medo.
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O que achei de Entre o Agora e o Nunca? Simplesmente amei, e não tenho nada a reclamar e como costumo ler muita ficção fantástica, acho que foi o momento ideal para ler uma história voltada para a vida real. Adoro romance drama, porque posso refletir um pouco na vida e confesso que quase chorei lendo.
A narrativa é em primeira pessoa com capítulos alternados entre Camryn e Andrew, o que torna super divertido saber o pensamento masculino. Sem pudor ou regras, o despertar da sexualidade é apresentado de uma forma bastante interessante, que de início pode gerar certo desconforto, principalmente quando não se é acostumado a falar de sexo abertamente.
Fiquei absurdamente chocada de Camryn sair apenas com uma mochila, porque além de eu não ser acostumada a viajar, quando eu viajo, tenho que levar minha casa toda. O desprendimento que ela apresenta é impressionante, não é tão cheia de nojinhos femininos.
Enfim, adorei a leitura e fiquei tomada de muita curiosidade para chegar logo no final, que foi surpreendente, porque eu fiquei o livro inteiro tendo certeza absurda que seria um final e foi outro completamente diferente.
