Autor: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 502
Avaliação: 




Sei que algumas pessoas que gostaram muito de Insurgente podem ficar indignadas comigo, mas infelizmente depois de ter dado 5 estrelas para Divergente, me decepcionei demais com Insurgente.
Quando terminamos um livro que faz parte de uma trilogia, ou série e gostamos muito, ficamos logo ansiosos para adquirir o próximo livro, não é mesmo? E foi assim que aconteceu comigo. Coloquei muita expectativa em Insurgente, e conforme lia cada página ficava pensando que iria melhorar e isso se prolongou até o último capítulo, o que me deixou super entediada e bem irritada.
O livro continua exatamente onde parou, eles fugindo no trem para a facção da Amizade. Eu achei que a autora falhou muito em não ambientar o leitor. Em séries e trilogias é necessária o mínimo de explicações para que não nos sintamos perdidos, estilo séries de T.V que antes de iniciar um episódio, mostra o que aconteceu no capítulo anterior para nos introduzir na continuação. Eu tive que pegar Divergente e reler o último capítulo e nunca havia precisado fazer isso antes.
Depois disso, entrei de cabeça na leitura, porém comecei a me irritar com as atitudes de Tris, que ficou hiper traumatizada por ter assassinado o Will, e isso se arrasta, e arrasta.... A personagem ficou sem graça, parecia que precisava de um psicólogo para curar o trauma. Eu imaginei que a Tris ficaria ainda mais corajosa e no meu ponto de vista, não foi o que aconteceu em Insurgente. Gostaria muito que ela pudesse encarar melhor toda a situação, porque me transmitiu muita apatia.
No começo me agradei muito com o romance de Tris e Tobias, e até achei esse quote lindo.
Sei que algumas pessoas que gostaram muito de Insurgente podem ficar indignadas comigo, mas infelizmente depois de ter dado 5 estrelas para Divergente, me decepcionei demais com Insurgente.
Quando terminamos um livro que faz parte de uma trilogia, ou série e gostamos muito, ficamos logo ansiosos para adquirir o próximo livro, não é mesmo? E foi assim que aconteceu comigo. Coloquei muita expectativa em Insurgente, e conforme lia cada página ficava pensando que iria melhorar e isso se prolongou até o último capítulo, o que me deixou super entediada e bem irritada.
O livro continua exatamente onde parou, eles fugindo no trem para a facção da Amizade. Eu achei que a autora falhou muito em não ambientar o leitor. Em séries e trilogias é necessária o mínimo de explicações para que não nos sintamos perdidos, estilo séries de T.V que antes de iniciar um episódio, mostra o que aconteceu no capítulo anterior para nos introduzir na continuação. Eu tive que pegar Divergente e reler o último capítulo e nunca havia precisado fazer isso antes.
Depois disso, entrei de cabeça na leitura, porém comecei a me irritar com as atitudes de Tris, que ficou hiper traumatizada por ter assassinado o Will, e isso se arrasta, e arrasta.... A personagem ficou sem graça, parecia que precisava de um psicólogo para curar o trauma. Eu imaginei que a Tris ficaria ainda mais corajosa e no meu ponto de vista, não foi o que aconteceu em Insurgente. Gostaria muito que ela pudesse encarar melhor toda a situação, porque me transmitiu muita apatia.
No começo me agradei muito com o romance de Tris e Tobias, e até achei esse quote lindo.
"Envolvo sua cintura com um braço e respiro fundo contra o seu ombro. Ele cheira a suor, ar puro e menta. O cheiro de menta é da pomada que usa as vezes para relaxar os músculos doloridos. Ele também cheira a segurança, como uma caminhada por um pomar ensolarado ou um café da manhã silencioso no refeitório."
Com o decorrer do livro, algumas mentiras entre Tris e Tobias, deixou um clima bem desagradável e cansativo.
O que achei legal é que o clima do primeiro livro se arrasta no segundo, na questão de que os personagens transmitem a impressão de que quem é bom pode ser mau e quem é mau pode ser bom, essa jogada me agrada muito o que dá bastante suspense.
Esse quote descreve bem isso:
"Descobri que as pessoas são compostas de camadas e mais camadas de segredos. Você pode achar que as conhece, que as entende, mas seus motivos estão sempre ocultos, enterrados em seus próprios corações. Você nunca as conhecerá de verdade, mas as vezes decide confiar nelas."
Tem muita ação, mas eu imaginava algo mais tenso que me desse vontade de não querer soltar o livro. Como eu disse, foi apenas no último capítulo que senti uma forte emoção e isso com certeza deixa uma curiosidade extrema para ter o próximo livro o mais rápido possível em mãos. Eu tenho a impressão que o próximo livro vai me agradar bastante, mas enquanto isso não vou alimentar a minha expectativa para que não me decepcione novamente.

.jpg)